1ª Ação do Laikos

A primeira ação do Laikos ocorreu em 20/06/13, quando a Profª. Saskya Lopes foi acionada como representante da Rede de Combate ao Racismo e a Intolerância Religiosa na UESC e como coordenadora do Laikos para acompanhar o religioso Fabrício Leal em reunião com a coordenadora da Rede, Dra. Lilian Rosa e o Promotor de Justiça Cícero Ornellas, coordenador do Grupo de Atuação Especial de Combate à Discriminação – GEDIS e representante do Ministério Público na Rede, para conciliar o posicionamento do MP diante de casos de intolerância religiosa. Tendo em vista a proposta de transação penal do promotor de Ilhéus para que o fiel do Candomblé Fabrício Leal deixasse de praticar qualquer ato de culto do Candomblé em sua própria residência, conforme se observa da leitura da ata de audiência preliminar abaixo:

ata de audiência

No dia seguinte (21/06) outra reunião foi realizada, desta vez com representantes dos movimentos sociais negros e terreiros de Salvador, reunidos no Comitê Permanente e Independente contra a Violência de Estado, tais como: CEN – Coletivo de Entidades Negras, Quilombo X, Movimento Reaja ou será morto, Reaja ou será morta, Instituto Pedra de Raio, AKOFENA, Táta Ricardo e outros. Nesta reunião o Comitê decidiu pelos encaminhamentos de: solicitação de reunião com o procurador geral de justiça, petição à corregedoria da Instituição e solicitação de manifestação expressa da GEDIS sobre o caso.

Relatos de Pai Fabrício

Tanto a Rede quanto o Comitê solicitaram que o Laikos organizasse uma Audiência Pública com os Operadores do Direito na região e a Sociedade Civil para discutir os casos existentes de Intolerância Religiosa e Violência Racial e que está sendo preparada.

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