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Ilhéus e Itabuna são cidades pólos no sul da Bahia e constituem as principais áreas de atuação da Universidade Estadual de Santa Cruz – UESC, maior responsável pela formação de profissionais da educação, do judiciário e da economia na região. Segundo as estatísticas da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência, em 2012 os números de denúncias por intolerância religiosa aumentaram em sete vezes se comparados aos números de 2011, por outro lado, o Estado da Bahia saiu na frente do combate ao racismo através da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial, ao ser o primeiro Estado a instituir uma rede entre as instituições ligadas ao judiciário, a segurança pública e à educação para enfrentar o racismo e a intolerância religiosa.

No Sul da Bahia as situações de intolerância religiosa e racial, não são diferentes. Desta forma, este programa extensionista de ação continuada, pretende viabilizar a construção do conhecimento sobre os direitos a igualdade racial, a liberdade religiosa e o enfrentamento ao racismo e a intolerância religiosa, sob a égide dos princípios constitucionais da igualdade, da liberdade e da laicidade do Estado, voltado à profissionais do direito, da educação, da segurança pública e demais áreas ligadas ao tema, bem como promover o empoderamento das pessoas e comunidades atingidas por racismo e perseguição religiosa no seio da sociedade civil.

Pretende viabilizar o acesso e a produção de conhecimento sobre direitos, utilizando-se de metodologias participativas e interativas, com discentes de várias áreas, profissionais do direito, professores do ensino básico e fundamental das duas cidades, ainda pretende instituir uma Ouvidoria para receber denuncias sobre intolerância religiosa, racismo e dar o encaminhamento pertinente, inclusive à assessoria jurídica gratuita prestada pelo ESAD. Tais objetivos vão ao encontro, reforçando e ampliando os anseios já manifestados pela UESC, quando firmou convênio em 2012 com a Secretaria de Promoção da Igualdade Racial do Governo do Estado da Bahia (SEPROMI) para integrar a Rede de Combate ao Racismo e Intolerância Religiosa através da atuação do Departamento de Ciências Jurídicas.

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